Curso técnico em segurança do trabalho: onde estudar, valores e o que você vai aprender


Se é do seu interesse fazer o curso técnico em segurança do trabalho, chegou o momento de saber onde estudar, quanto vai investir e o que vai aprender ao longo do curso.

Essas informações são essenciais para tomar uma decisão consciente e elaborar um plano que caiba no seu bolso e na sua rotina. Por sorte, existem formas reais de estudar sem pagar nada. Descubra abaixo!

Mercado de trabalho

Escolher onde estudar também passa por entender como o mercado recebe esse profissional. 

A boa notícia é que o mercado de trabalho está aquecido, especialmente em setores como construção civil, indústria, hospitais, agronegócio, logística e mineração.

O principal motivo é a legislação: empresas com determinado número de funcionários e riscos ocupacionais são obrigadas a ter técnicos em segurança do trabalho em sua equipe. 

Além disso, o movimento de valorização de práticas de ESG, a crescente fiscalização das condições de trabalho e as novas exigências da NR‑1 (que reforçam a atuação preventiva nas empresas) aumentaram ainda mais a demanda.

Outro ponto importante é que o profissional pode atuar em qualquer parte do Brasil, seja como CLT ou como autônomo. E isso amplia ainda mais as possibilidades.

Principais escolas

Com o mercado favorável, o próximo passo é encontrar a instituição certa. 

O curso é oferecido em várias redes — públicas e privadas — e a escolha deve levar em conta não apenas o preço, mas também a estrutura, reconhecimento e oportunidades de bolsa.

🔸 Senac: É a referência nacional em cursos técnicos, presente em todos os estados. Oferece o curso presencial, com laboratórios bem equipados, professores experientes e oportunidades reais de bolsas gratuitas pelo Programa Senac de Gratuidade (PSG).

🔸 Institutos Federais (IFs): Oferecem o curso gratuitamente, mas o ingresso é por processo seletivo ou vestibulinho. São muito disputados e têm alto nível de exigência.

🔸 Escolas Técnicas Estaduais (como Etec, Faetec, Cefet): Presentes em diversos estados, também oferecem vagas gratuitas com bons índices de empregabilidade.

🔸 Escolas privadas: Instituições como Grau Técnico, Famesp, Estácio, Uninassau, Microlins e outras oferecem o curso com pagamento mensal, mas também com bolsas e financiamentos próprios.

O que o aluno vai aprender

O conteúdo do curso técnico em segurança do trabalho é multidisciplinar e tem um foco direto na prática. 

Isso quer dizer que, ao longo da formação, o aluno não apenas aprende a teoria, mas sim como aplicá-la no dia a dia das empresas.

Entre as disciplinas mais comuns, estão:

➡️ Legislação trabalhista e previdenciária aplicada à segurança do trabalho

➡️ Normas Regulamentadoras (NRs), com ênfase em NR‑4, NR‑5, NR‑6, NR‑17, NR‑23, entre outras

➡️ Higiene ocupacional e prevenção de doenças relacionadas ao ambiente de trabalho

➡️ Ergonomia, psicologia aplicada ao trabalho e comportamento seguro

➡️ Prevenção e combate a incêndios, primeiros socorros e situações de emergência

➡️ Avaliação de riscos ambientais, mapeamento de perigos e elaboração de laudos técnicos

➡️ Comunicação técnica, desenho industrial básico e estatística aplicada

➡️ Ética profissional e atuação no SESMT

Essa grade pode variar de uma instituição para outra, mas a base curricular é definida pelas diretrizes do MEC e do Conselho Nacional de Educação.

Tempo médio de curso

O curso tem uma duração média que varia entre 18 e 24 meses, dependendo da carga horária da escola, da disponibilidade de turmas e da frequência semanal. 

Algumas instituições oferecem aulas em dias úteis à noite ou nos finais de semana, facilitando para quem já trabalha.

A carga horária total costuma ficar entre 1.200 e 1.600 horas, podendo incluir um estágio supervisionado obrigatório, que prepara o aluno para a realidade prática da profissão.

Valor médio/Como estudar de graça

Quando o assunto é investimento, o curso técnico em segurança do trabalho se destaca pela boa relação custo-benefício

Em instituições privadas, as mensalidades costumam variar de R$ 250 a R$ 600, dependendo da cidade e da estrutura da escola.

Mas há boas notícias para quem não pode pagar:

👉 O Programa Senac de Gratuidade (PSG) oferece bolsas de 100% para quem tem renda familiar de até dois salários mínimos por pessoa.

👉 Algumas escolas particulares têm convênios com empresas ou programas próprios de bolsas parciais.

👉 Programas estaduais e municipais, como Prouni Técnico, Pronatec e programas de capacitação locais, também podem oferecer vagas gratuitas.

👉 E claro, as redes públicas (como IFs e Etecs) continuam sendo a melhor opção para quem busca ensino gratuito e de qualidade.

Escolher onde estudar o curso técnico em segurança do trabalho é um passo importante e cheio de boas opções. 

O mercado está aberto, a formação é valorizada e existem formas reais de estudar de graça ou com custos acessíveis. 

Logo mais, você vai conhecer em detalhes como funciona o curso no Senac, como conseguir uma bolsa de estudos e como fazer sua inscrição online ou presencial.

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Patricia Fischer

Redatora e estudante de Ciências Biológicas.